15/03/08

Mad Detective (2007) - Trailer

Mad Detective / Sun Taam (2007)

“Mad Detective” é um policial vindo de Hong Kong, de contornos sobrenaturais, com muito suspense e algum humor negro. Toques de Hitchcock estão presentes, assim como um ambiente Lynchiano, tudo embalado e apresentado de uma maneira tipicamente asiática.
O inspector Bun (Chin Wan Lau) é um detective que resolve os crimes de uma maneira peculiar. No dia da reforma do seu capitão, este corta uma orelha para dar de prenda ao seu superior. Anos mais tarde um polícia desaparece misteriosamente e o jovem inspector Ho Ka On (Andy On) é fica responsável pela investigação. Este procura Bun, entretanto suspenso da polícia, para o ajudar a resolver o caso. Ko Chi-wai (Ka Tung Lam), antigo parceiro do polícia desaparecido, é um dos investigados. As três personagens principais são encarnadas na perfeição por cada um dos actores, mas a performance de Chin Wan Lau está, sem dúvida alguma, em destaque. Um ser louco, anti-social, perturbado, quase esquizofrénico, Bun alega que consegue ver a personalidade interior das pessoas, e é desta maneira que consegue desvendar os mistérios com que se depara. No decorrer da investigação vemos o mesmo que ele, a pessoa ou várias pessoas / personalidades que constituem cada indivíduo, e no momento seguinte vemos a realidade, o que todos os outros comuns mortais vêm. E é aqui que a dupla de realizadores Johnny To e Ka-Fai Wai brilham, recriando o ambiente esquizofrénico que é a mente de Bun e a que nós próprios somos submetidos no decorrer do filme, contrastando e realçando tudo ainda mais com cenas reais. E a fabulosa cena final, um tiroteio entre as 3 personagens principais, é prova desse mesmo trabalho exemplar de realização (com um trabalho de câmara excepcional) e da performance dos 3 actores. Vemos as 3 pessoas reais e ainda as que Bun consegue ver. O suspense é enorme e, a tensão criada pela dúvida em relação à verdade por detrás de tudo e ao desfecho da situação, mantém-nos agarrados ao ecrã. E, como habitual nos filmes asiáticos, o final deixa-nos a pensar.
Há já imenso tempo que não via um thriller policial que me chamasse tanto a atenção. Fantástico. Para os fãs dos policiais de Hong Kong e de filmes como “The Sixth Sense”, esta é uma excelente aposta. 75%
RDS

IMDB:
http://www.imdb.com/title/tt0969269/

Freakshow (1999)

Um texto curto para um filme curto (8 minutos). Na noite de Halloween, dois irmãos, uma rapariga e um rapaz, estão numa feira e vão parar à casa das aberrações (“freaks”). Depois de um confronto com o mestre-de-cerimónias, que não os deixa entrar, acabam por entrar à socapa. O miúdo é obrigado a pedir guloseimas a todos os “freaks”, mas tem de as comer todas, senão terá de cumprir um castigo por cada doce não ingerido. No final, o miúdo acaba por ser transformado numa das atracções do espectáculo. É simples, não muito assustador, mas eficaz. Se gostam de pequenas estórias de terror “halloweenianas”, fogueira de acampamento de verão, linha Creepshow ou Tales From The Crypt, então este curta-metragem irá agradar-vos. De salientar a participação do grande Alice Cooper que faz a narração do prólogo. 60%
RDS

IMDB:
http://www.imdb.com/title/tt0446336/

Horrors Of Malformed Men (1969) - Trailer

Horrors Of Malformed Men / Edogawa Rampo Taizen: Kyofu Kikei Ningen (1969)

Um homem com certas perturbações mentais, que não se lembra de quem é ou do seu passado, está internado num hospício. Este é atormentado por uma canção de embalar que não lhe sai da cabeça. Uma certa noite, um estranho tenta assassina-lo, sem qualquer motivo aparente, mas ele reverte a situação e consegue fugir. Ao fugir, ouve a cantiga ser trauteada por uma mulher pertencente ao um circo ambulante. Esta informa-o que ouviu a cantiga numa ilha ao largo da costa Japonesa. Imediatamente parte para a dita ilha para tentar perceber que relação tem com a maldita canção de embalar e, no processo, descobrir quem é. Fica a par da morte de um homem que é parecido fisicamente consigo e aproveita a situação e toma o lugar do falecido. No decorrer das suas investigações depara-se com o seu passado, presente e futuro, que não são assim tão coloridos.
Uma das primeiras sensações que tive e que me parece, ao ler as críticas online, que não foi só a mim que isto ocorreu, é que “Horrors Of Malformed Men” é uma espécie de versão Japonesa de “The Island Of Dr Moreau” de H.G. Wells. Mas não. Trata-se, isso sim, de uma adaptação do livro “The Strage Tale Of Panorama Island” de Edogawa Rampo (uma brincadeira com a pronúncia Japonesa de Edgar Allan Poe). Mas os princípios são similares.
Este filme, que foi banido durante décadas e finalmente se encontra disponível para nosso deleite é, mais do que terror visual, um filme de puro terror psicológico. A sua força assenta mais nas ideias e conceitos explorados do que propriamente no aspecto visual. Aspecto visual que também marca presença mas duma forma bizarra que apenas aumenta ainda mais o, já por si, ambiente psicadélico e hipnótico do filme (estamos em 1969, o ano do psicadelismo por excelência). Para isso contribui, e muito, o uso do Butoh, uma peculiar forma de dança Japonesa. A fantástica performance dos actores, principalmente Teruo Yoshida (Hirosuki Hitomi, o homem em procura do seu passado) e Tatsumi Hijikata (o próprio criador do Butoh no papel de Jogoro Komodo, o louco doutor que realiza as suas experiências na ilha) e a soberba realização do mítico Teruo Ishii também ajudam a tornar este filme numa experiência incrível que, acreditem, não irão esquecer tão cedo.
Segundo me consta, mas posso estar errado ou confundido, no Japão as deformações físicas são tidas como desgraças para a família do deformado. O que pode ser uma explicação válida para este filme, que se baseia nesse pressuposto, ter tido algum impacto no Japão.
Longe de ser o filme de terror mais brutal de sempre no Japão, tal como é apresentado actualmente, este é um filme intenso e bizarro, quase como um pesadelo estranho depois de uma noitada de excessos. Aconselho vivamente. O que não aconselho de forma alguma, é a consumirem drogas alucinogéneas antes de ver este filme. Ficam avisados! 85%
RDS

IMDB:
http://www.imdb.com/title/tt0142257/

14/03/08

Tremors 1-4 (1990/1996/2001/2004)

Tremors (1990)
Valentine “Val” (Kevin Bacon) e Earl (Fred Ward) são dois “faz-tudo” que vivem em caravanas e que fazem um pouco de tudo na pequena e isolada cidade de Perfection. Um dia chegam à conclusão de que aquilo não é vida para eles e decidem partir para outras paragens mas, estranhas mortes de cidadãos locais que começam a ocorrer, assim como um desabamento na única estrada para sair de Perfection, retêm-nos na cidade. Enormes criaturas que vivem debaixo de terra estão por detrás das mortes. Os habitantes da cidade chegam à conclusão de que as criaturas são uma das formas de vida mais antigas da Terra, anteriores aos dinossauros até. Sendo cegos, caçam pelos movimentos e vibrações na terra. Os Graboids, tal como lhes acabam por chamar, são enormes, viscosos e nojentos. Mas têm de ser eliminados. Val e Fred, com a ajuda da sismologista Rhonda (Finn Carter) e do maníaco das armas Burt Gummer (Michael Gross) vão tentar impedir as estranhas criaturas de os comer a todos e de despovoar Perfection.
Com um elenco fabuloso que inclui, entre outros, Kevin Bacon, Fred Ward, Michael Gross e Finn Carter, “Tremors” (ou “Palpitações” em Portugal) é a perfeita fusão de terror (algum), comédia (muita), acção (muita) e romance (pouquíssimo). Para fãs das comédias de terror dos 80s e dos filmes com criaturas (sejam de terror ou ficção científica). 80%


Tremors II: Aftershock (1996)
Saída directamente para o mercado de vídeo, esta sequela de “Tremors” já não inclui Kevin Bacon, mas podemos ainda contar com as magníficas prestações de Fred Ward e Michael Gross. Earl continua a viver em Perfection, a criar avestruzes, insatisfeito com o rumo da sua vida. Um representante de uma petroleira Mexicana tenta recrutar Earl para eliminar umas criaturas subterrâneas que destruíram uma das suas estações petroleiras e mataram vários funcionários. Depois de lhe ter sido oferecida uma avultada quantia de dinheiro, parte para o México junto com o seu novo parceiro, um jovem entusiasta chamado Grady Hoover (Christopher Gartin). Chegados ao México, e depois de constatar que a coisa não vai ser assim tão fácil, Earl pede ajuda a uma pessoa que o pode ajudar. Quem? Nada mais, nada menos do que Burt Gummer, que aparece artilhado até aos dentes. Os nossos amigos voltam a ter a ajuda de uma mulher, Kate Reilly (Helen Shaver), que vive na cidade onde estes eventos estão a ocorrer.
Desta feita os Graboids sofrem mutações e transformam-se noutras criaturas mais pequenas, que os caçadores acabam por chamar de Shriekers, de metade do tamanho de um humano, uma espécie de mistura entre galinha e avestruz. Também são cegos e caçam através de um sensor que calor que têm no topo das cabeças. A fusão dos estilos acima mencionados continua intacta nesta sequela. Mais terror, acção, comédia e algum romance.
Não sendo tão bom quanto o primeiro é, no entanto, uma sequela à altura. Se gostaram do primeiro filme, vale a pena conferir este também. 75%


Tremors III: Back To Perfection (2001)
Tal como o nome indica, voltamos a à cidade de Perfection. Passados 11 anos do primeiro ataque, as criaturas estão extintas. Ou pelo menos, assim pensam os habitantes da cidade. Mas as coisas não são bem assim e Burt Gummer (o único “herói” que ainda resta dos filmes anteriores) tem pela frente uma nova mutação. Desta feita os Shriekers conseguem voar. E como levantam voo através de uma chama propulsora que lhes sai, digamos, pela parte traseira, os nossos heróis apelidam-nos de Assblasters. A lutar lado a lado com Burt temos Jack Sawyer (Shawn Christian) e Jodi Chang (Susan Chuang), entre outros habitantes de Perfection.
Os Graboids (a primeira forma que assumem as criaturas) não se parecem muito com os originais, o que é uma pena, pois estes parecem sacos e batata, em comparação com os excelentes Graboids do primeiro filme. Quase todo o filme tem uns efeitos especiais muitos furos abaixo de “Tremors” ou até “Tremors 2”. Há até uma cena em que um dos “tentáculos” de um Graboid se parece imenso com um braço coberto por uma meia, tipo teatro de fantoche. Nem sei se hei-de considerar isso mau efeito especial ou algo de kitsch que até se torna porreiro. Inclino-me mais para a segunda, até porque estes filmes não podem ser levados sério. Já foram feitos com esse mesmo propósito, de divertir o público.
Tendo ficado uns furos abaixo dos anteriores, este é um filme direccionado apenas para os fãs da série. Quem não gostou dos anteriores ou os achou medianos, que escolha outro filme para ver, porque não vai gostar desta sequela. Eu gostei, mas eu também sou suspeito, gosto deste tipo de filmes e adoro toda a série. 65%


Tremors IV: The Legend Begins (2004)
Depois de alguma desilusão (parcial, o filme até nem é mau) com a terceira aventura, eis que nos apresentam uma prequela. As ideias já começavam a escassear com o terceiro volume, e eis que S.S. Wilson e Breant Maddock (argumentistas do 4 filmes, Wilson realizou o 2º e 4º, Maddock realizou o 3º, sendo que Ron Underwood realizou o 1º) dão a volta por cima e surgem com este imaginativo fechar (ou iniciar) do ciclo. Estamos em 1889 e Rejection Valley (mais tarde Perfection) é uma cidade mineira. Certo dia, os mineiros deparam-se com criaturas que vivem debaixo de terra e alguns deles são mortos pelas mesmas, levando ao fecho da mina, e consequente ruína da cidade. Os habitantes iniciam um êxodo e Rejection fica quase deserta. O dono da mina, Hiram Gummer (bisavô de Burt, interpretado pelo próprio Michael Gross, o único que figura em todos os filmes) vem à cidade ver o que se passa com o seu investimento. Resultado. Temos mais caça aos famigerados seres subterrâneos. Voltamos aos Graboids originais, com efeitos melhores que no filme anterior, muita acção, comédia, terror, algum romance e um toque de western. A ajudar Hiram Gummer (Gross) temos Juan Pedilla (Brent Roam), Christine Lord (Sara Botsford) e a participação especial de Billy Drago como o pistoleiro Black Hand Kelly.
Melhor que o anterior em todos os aspectos, este filme é também interessante pois ficamos a perceber porque é que Burt Gummer é maníaco por armas, explosivos e outro material bélico. Ficamos a conhecer também algum do passado de Perfection, incluindo o seu infortunado nome Rejection no século XIX e posterior mudança para a actual designação, assim como da família Chang (os donos da loja de conveniência da cidade). Mais uma vez, para fãs da série. 70%

P.S.
Para além dos 4 filmes, entre o 3º e o 4º, em 2003, ainda houve tempo para uma série de TV, também com Michael Gross. Infelizmente, para nós fãs de Tremors, esta foi cancelada e só existem 13 episódios. Qualquer dia escrevo umas linhas sobre a série. Para já, vejam os filmes!

RDS

IMDB I:
http://www.imdb.com/title/tt0100814/
IMDB II: http://www.imdb.com/title/tt0114720/
IMDB III: http://www.imdb.com/title/tt0259685/
IMDB IV: http://www.imdb.com/title/tt0334541/
IMDB Série TV: http://www.imdb.com/title/tt0327375/

13/03/08

Imprint (Masters Of Horror) (2006) - Trailer

Imprint (“Masters Of Horror”) (2006)

“Imprint” é um episódio / curta-metragem de 1 hora, realizada pelo polémico realizador Japonês Takashi Miike, e que é parte integrante da série de TV Norte-Americana “Masters Of Horror”. A ideia principal da série é convidar vários realizadores da área do terror, e que cada um seja responsável por um episódio. Dario Argento, John Carpenter, …… são alguns dos nomes envolvidos. Takashi Miike recebeu o convite também, e a sua participação resultou neste “Imprint”. Infelizmente, como habitual nos puritanos Estados Unidos, o episódio foi banido e não chegou a ir para o ar. Isto não me surpreende minimamente. Em primeiro lugar, nos Estados Unidos o mínimo fora dos padrões puritanos dos republicanos é banido. Em segundo lugar, já se sabe que o trabalho de Takashi Miike é extremamente agressivo a todos os níveis. Finalmente tive a oportunidade de ver esta preciosidade e de julgar por mim mesmo se havia razões válidas para o fazer.
Baseado numa história de Shimako Iwai (que faz uma aparição no filme como o sadístico torturador), Miike trasnporta para o ecrã uma história bizarra e violenta. Tortura, morte, prostituição, incesto, violações, abortos, fratricídio, deformações físicas, tudo faz parte de “Imprint”. Em meados do século 19, Christopher (Billy Drago, o único actor não Japonês do elenco), um jornalista Americano, viaja para o Japão para procurar a sua amada, que tinha conhecido numa das ilhas anos atrás, com a promessa de voltar para a buscar. Mas, ao chegar à ilha, o que vai encontrar é algo de bizarro, extremo, violento.
Não pode ser assim tão brutal, agressivo e chocante; pensei eu depois de ler algumas críticas que assim descreviam “Imprint”. Já vi outros filmes de Takashi Miike e aguentei. E, habitual consumidor de filmes de terror, Gore, suspense, série B, etc, não sou uma pessoa fácil de chocar ou assustar. Enganei-me redondamente! Este é um dos filmes que mais mexeu comigo até hoje.
A cena de tortura, que parece nunca mais acabar, é uma das cenas mais brutais cenas que já vi em filme. A certo ponto estava tão incomodado (mas sem consegui tirar os olhos do ecrã) que tinha um nó na garganta, o estômago revoltado, um frio intenso na espinha, as pernas a tremer e uma dor de cabeça forte. Depois disso, vários abortos são levados a cabo e os fetos são lançados ao rio. O meu estômago já não estava seguro, pior ficou. E eu, como já referi, sou consumidor habitual deste tipo de filmes violentos e intensos. Não é para estômagos fracos, aviso já! E mais não digo para não vos arruinar o visionamento. Para não variar, a realização de Miike é soberba, assim como a fotografia que realça tons de vermelho e verde, criando um ambiente ainda mais surreal e de sonho (ou pesadelo).
Se o mínimo de violência já vos incomoda, então mantenham-se afastados de “Imprint”, porque aqui não há lugar para concessões. Para os outros, corajosos o suficiente para ver “Imprint”, preparem-se para 60 dos mais intensos minutos a que alguma vez vão assistir em filme! 90%
RDS

IMDB:
http://www.imdb.com/title/tt0757061/

Escape From New York (1981) - Trailer

Escape From New York (1981)

“Escape From New York”, de John Carpenter, é um filme simples, com uma história simples, poucos efeitos especiais (o baixo orçamento a isso o obrigou), sem qualquer tipo de mensagem social ou política subentendida. É um filme de ficção científica / acção cuja história se desenrola num cenário semi-apocalíptico. Tal como muitos outros filmes com uma temática similar. E mesmo assim consegue ser um filme fantástico, que com o passar dos anos ainda se vê com grande gozo, e que se tornou num dos grandes filmes de culto de John Carpenter. E eu sou um dos que o vê como tal.
A cidade de Nova Iorque foi transformada numa grande prisão, rodeada por altos muros que são policiados dia e noite. Mas lá dentro não há qualquer tipo de autoridade. Os criminais são lá “despejados” e abandonados à sua sorte. A cidade-prisão, onde reina o Duque de Nova Iorque (Isaac Hayes), tem as suas próprias leis (ou falta delas).
Um helicóptero que transporta o presidente dos Estados Unidos tem um acidente e cai na referida cidade-prisão. O presidente deve ser resgatado antes que seja capturado pelos criminais que povoam a cidade-prisão. O comissário Bob Hauk (Lee Van Cleef) recruta Snake Plissen (Kurt Russell), por meio de chantagem, para efectuar uma missão de salvamento secreta. Snake é um ex-militar que lutou pela sua pátria, que não teve o apoio da mesma quando dele necessitou (estamos a falar dos Estados Unidos pós Vietname) e que, eventualmente acabou por se tornar num criminoso, actualmente a cumprir pena. E é neste simples pressuposto que se baseia a acção do filme.
Ficção científica, muita acção, algum humor são os ingredientes que fazem este clássico de culto. A realização de Carpenter é soberba; a fotografia é fantástica (típico cenário apocalíptico finais 70s / inícios 80s); e as performances dos actores são perfeitas, principalmente Kurt Russell que está ao mais alto nível com a sua intocável interpretação do típico anti-herói Snake. Além dos nomes já enunciados, podemos ainda realçar Harry Dean Stanton como Harold “Brain” Helman, Ernest Borgnine como o taxista “Cabbie” e Adrienne Barbeau como Maggie.
Para todos os fãs de John Carpenter, ficção-científica, acção em geral e dos filmes com o típico ar “kitsch” dos 80s. De salientar que este “Escape From N.Y.” teve uma sequela em 1996 intitulada “Escape From L.A.” (Carpenter já com um nome forte em Hollywood e um orçamento mais alto para trabalhar) que nos traz de novo Snake Plissen, desta feita em Los Angeles. Mas comentários a este ficam para uma próxima ocasião. 80%
RDS

IMDB:
http://www.imdb.com/title/tt0082340/

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